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terça-feira, 12 de julho de 2011

CHAKRAS & GLANDULAS ENDOCRINAS I parte.



O Chakra Coronário
No centro coronário se dá a interação entre as forças determinantes do Espírito e as forças mentais e orgânicas.
“Dele parte a energia espiritual difusível sobre a matéria mental que transmite aos demais centros nossos sentimentos, idéias e ações; estes por sua vez imprimem tais reflexos nos órgãos plasmando em nós os efeitos agradáveis ou desagradáveis de nossa influência e conduta. O centro coronário incumbe-se de fixar a natureza da responsabilidade, marcando as conseqüências felizes ou infelizes de nossa movimentação consciencial no campo do destino.


Também chamado o lótus de mil pétalas, é o mais elevado dos centros, recebendo em primeiro lugar as energias superiores vindas do Alto, capazes de favorecer a sublimação da alma, e o desenvolvimento da consciência. Tem hierarquia sobre os demais chakras que se encontram sob o seu comando, todavia operando com eles em justo regime de interdependência.


No corpo físico liga-se à glândula pineal. Associa-se ao córtex cerebral, portanto a função do pensamento e ao funcionamento geral do sistema nervoso, e é responsável pela harmonia entre os hemisférios direito e esquerdo do cérebro. Sendo responsável pela integração do indivíduo como um todo: espiritual, mental, emocional e físico.
Possui 960 raios, que vibram com indescritível rapidez. Pode assumir todos os matizes cromáticos, predominando o violeta e o branco no centro com o núcleo ouro.


Glândula Pineal       
A pineal tem intima relação com a hipófise, no início da gestação, chegam a estar ligadas, uma à outra, separando-se posteriormente. Agem conjuntamente como um presidente e seu vice.
Possui corpo cônico, em forma de pinha (Conarium pinealis), é avermelhada, pouco maior do que um grão de trigo. Composta, em parte, de células nervosas, que contêm um pigmento idêntico ao das células da retina que é uma expressão do nervo ótico.


A hipófise é do tamanho aproximado de um grão de ervilha, situado no centro da cabeça, na base do cérebro, para trás da raiz do nariz. É cinza-amarela, aumentando até a idade dos trinta anos, pesando no adulto cerca de 5 gramas. Durante a gravidez também cresce em tamanho.


A Pineal
Esta glândula ainda é pouco conhecida no campo da medicina, recentemente descobriu-se que possui formações cristalinas que se apresentam em maior número nos médiuns. Há pelo menos 2.000 anos, é considerada por cientistas e místicos como a morada da alma. Nostradamus a chamava de "a antena mais fina e alta de nosso sistema nervoso central, a nossa central elétrica".


René Descartes, filósofo, místico e fundador da moderna matemática referiu-se a ela como a sede da alma racional, ou glândula do saber e do conhecimento. Do ponto de vista tradicional vem sendo considerada como o órgão de percepção da razão.


Secreta o hormônio melatonina que controla o equilíbrio do ritmo biológico bem como a cor da pele, faz variar o grau de reação da luz sobre o pigmento da pele. Do ponto de vista científico moderno, é chamada de "reguladora das reguladoras" e "glândulas das glândulas", pois o hormônio Pinealina age como restritor em todas as demais glândulas revelando sua atividade moderadora sobre o sistema endócrino, e a conseqüente participação em todos os aspectos da fisiologia do organismo; o que também se verifica pelo abundante suprimento de sangue que a Pineal recebe, relativo à grande atividade que desempenha.




O Chakra Frontal

Comanda o córtex encefálico em relação aos sentidos, sendo responsável pela percepção em geral: visão, audição, olfato, tato e paladar; e pelos processos superiores da inteligência ligados a criatividade, como a cultura, o saber e a arte.

 A ciência moderna, hoje, descobriu moléculas chamadas de peptídios, que tem a função de traduzir percepções, pensamentos e sensações em fisiologia, ou seja em processos químicos que percorrerão o organismo determinando seu funcionamento. Elas são como tomadas que se encaixam nos plugs, e existem no organismo, as chamadas ‘áreas quentes’ que tem maior concentração de receptores de peptídios indicando sua presença abundante, e justamente uma dessas áreas é a do sistema límbico aonde se enraíza, no corpo físico, o chacra frontal e aonde localizamos a hipófise.  

A glândula hipófise, que opera conjuntamente à glândula pineal, controlando a atividade endócrina e o sistema nervoso, com ascendência sobre os demais chakras.

 É, ainda, a sede da intuição e no que tange ao fenômeno mediúnico, está associado à clarividência, que quer dizer ‘ver com clareza’, ou seja, abrange o discernimento e a lucidez de pensamento, estando associada à capacidade de visualizar conceitos mentais.

 Dessa forma, o bloqueio deste chakra pode causar obstrução dos processos criativos e conceitos mentais confusos, imagens sobre a realidade que não são verdadeiras. O desenvolvimento de doenças abrangendo este segmento pode estar relacionado a pessoas que se negam a ver uma realidade como ela de fato é, que se negam a ver algo importante para sua evolução. Nas enfermidades mentais há, por tanto, comprometimento do equilíbrio deste centro.

Possui 96 raios. Suas cores variam entre o azul profundo, o púrpura e dourado. Observemos que o 1º. Chacra, coronário, possui 36º raios, o 2o.96 e o 3o. já cai para 16, baixando gradativamente até 4 no sétimo centro, o chakra básico. Marcando notadamente a diferente complexidade entre eles.   

A Hipófise
A hipófise constituí- se de duas partes, uma que se origina como uma saliência na cavidade bocal na área dos sentidos do gosto e do olfato, e outra advém do infundíbulo que deriva da parte mais antiga do sistema nervoso, involuntário, ou simpático.
A hipófise é alimentada por impulsos eletromagnéticos, ajudando a compor o pensamento, que influen
cia nos diversos aspectos das atividades humanas. Participando do processo de tradução das sensações, percepções e pensamentos para a fisiologia.


A importância vital da hipófise é demonstrada pelo seu abundante suprimento de sangue. A ablação total da glândula significa a morte em dois ou três dias. Atualmente, crê-se que ela produz nada menos do que oito hormônios diferentes, desde os que se relacionam a fenômenos periódicos do organismo, tais como a hibernação, o sono e a insônia. Até aqueles que agem sobre a estrutura dos ossos, dos ligamentos, dos músculos e dos tendões, associando-se, assim à doenças como o nanismo, ou o gigantismo. Em anões a hipófise é mal desenvolvida. Difundi-se diretamente no fluido que banha o sistema nervoso. Estimula as células cerebrais direta, natural e normalmente, de forma análoga ao estímulo artificial da cafeína ou da cocaína. Colabora na conversão e consumo da energia, particularmente do sistema cerebral e sexual. Trabalha diretamente com as forças criadoras, tanto no cérebro como nos órgãos reprodutores, facilitando-lhes o surto da energia. É a glândula do esforço continuado.


Adeno-hipófise: O lóbulo anterior da hipófise é chamado a glândula da intelectualidade, significando a capacidade da mente em controlar conceitos e idéias abstratas. Estimula o desenvolvimento dos tecidos, particularmente dos ossos, e influencia os órgãos sexuais. Atuando sobre o crescimento, a reprodução e o despertar da puberdade. Ainda é responsável pelo desenvolvimento e funcionamento adequado sas glândulas Tiróide, Supra-renais e as glândulas sexuais. As secreções da pré-pituitária também têm efeito sobre a produção de energia, especialmente do sistema nervoso central, a matéria cinzenta do cérebro e a da medula espinhal.


A Pós-Pituitária: A Pitucina tem poderoso efeito estimulante sobre o útero durante a gravidez e o parto.A Pituitrina controla a tonicidade dos tecidos da musculatura lisa e involuntária dos vasos sangüíneos e dos órgãos contráteis do corpo, tais como os intestinos, a bexiga e o útero. Injetado, eleva lentamente a pressão sangüínea, mantendo-a elevada por certo tempo, aumenta o fluxo de urina dos rins e o leite dos seios. Parece controlar o conteúdo do sal do sangue, do qual dependem sua condutividade elétrica e outras propriedades.


Principais Hormônios da glândula Pituitária:


            Vasopressina ou hormônio antidiurético (HAD): Aumenta a permeabilidade dos tubos renais, fazendo com que ocorra maior reabsorção de água e, consequentemente eliminação de menor volume de urina. A vasopressina tem também um papel vasoconstritor, e esta função deve-se a uma ação direta sobre os músculos lisos das paredes dos vasos sangüíneos.  


Oxitocina: Tem por efeito a contração da parede do útero, especialmente por ocasião do parto, e a ejeção do leite pelas glândulas mamarias. É o chamado hormônio do amor, responsável pela sensação de bem estar que se experimenta quando se está apaixonado.


Hormônio Somatotrófico é uma proteína responsável pelo crescimento.


Hormônio Tireotrófico (TSH) estimula a Tireóide na absorção de iodo e na produção e liberação de seus hormônios no sangue (Tiroxina e Triiodotironina). 


Hormônio Adrenocorticotrófico (ACTH): atua na secreção e liberação de glicocorticóides pelo córtex da glândula supra-renal ou adrenal. Apresenta também efeitos diretos sobre a pigmentação da pele e sobre tecidos periféricos com lipólise (digestão de gorduras).


Hormônios Gonadotróficos : A hipófise produz três hormônios que controlam a atividade das gônadas e órgãos sexuais. No caso da mulher, intervém no ciclo, menstruação, ovulação, gravidez e lactação. São eles:


Folículo estimulante (FSH), que estimula o crescimento do epitélio do túbulo seminífero, com espermatogênese.


Hormônio luteinizante (LH) ou hormônio estimulante das células inersticiais (ICSH), responsável pela formação do corpo lúteo na mulher. O ICSH estimula a atividade das células de Leydig, que produzem a testosterona no homem.

Luteotrofina ou prolactina (LTH), este hormônio estimula a produção de leite e tem ação no desenvolvimento das mamas. ....

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