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quinta-feira, 26 de abril de 2012

COMO SE DEFENDER DE ATAQUES ENERGÉTICOS




Como se Defender de Ataques Energéticos


Se pudéssemos viver em condições de isolamento ideal, contemplativo, convivendo apenas com a natureza, com as pessoas que gostamos e confiamos seria, de fato, muito fácil manter nossa integridade holochacral ou energética :
(holochacra = corpo energético = conjunto de todos os chacras). 
Imagine a vida tranquila no campo, deixando a Mãe Natureza cuidar de tudo. 
Da mesma forma como ela cuida do verde e dos animais, por que não haveria de cuidar também do homem, seu filho mais ilustre? E as energias? Como são boas as energias da natureza, terapêuticas, revitalizadoras!
Existem  vampiros energéticos. 
Pessoas portadoras de uma patologia do corpo energético que impede a retenção de energias consciências, de forma que estão sempre carentes, sempre necessitando absorver mais. 
São verdadeiros buracos negros energéticos. 
Certamente, todos já tivemos oportunidade de entrar em contato com pessoas assim. 
É o conhecido desmancha-rodas, aquele sujeito que quando se aproxima todos se afastam numa reação defensiva instintiva, ou então aquele outro que quando começa a falar dá sono nos ouvintes à proporção que ele fica cada vez mais ativo e alerta. 
Ele nunca passa despercebido. 
Todos sabem quem são os vampiros energéticos nos círculos que frequentam, até mesmo os animais se afastam. 
Não existe heterocura para o vampirismo energético. 
É necessário que a pessoa se auto conscientize de sua condição para, a partir daí, buscar a auto cura através da satisfação de suas carências afetivas e sexuais, compensando seus chacras e reequilibrando o corpo energético.

Como identificar e combater essas pessoas?

1. Vampiro cobrador: 
Cobra sempre, de tudo e todos.
Quando nos encontramos com ele, já vem cobrando o porquê não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, abrirá as portas. O melhor é usar de sua própria arma, cobrando de volta e perguntando por que ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, sem tempo para retrucar e se retire rapidamente.

2. Vampiro crítico: 
Crítica tudo e todos, e o pior que é só critica negativamente.
Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado, que abrirá seu sistema para que a energia seja sugada. Diga "não " à suas críticas e nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. O melhor é cair fora e cortar o contato.

3. Vampiro adulador: 
O famoso puxa-saco. Adula o ego da vítima, cobrindo-a de elogios falsos, tentando seduzí-la. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.

4. Vampiro reclamador: 
Reclama de tudo e de todos. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. O mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos.
A melhor tática é deixá-lo falando sozinho.

5. Vampiro inquiridor: 
Sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo e não dá tempo para que a vítima responda.
Na verdade ele não quer respostas mas sim desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo de pensamentos. Para sair de suas garras, não se ocupe à procura de respostas. Reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal, contundente e procure se afastar assim que possível.

6. Vampiro lamentoso: 
São os lamentadores profissionais, que anos a fio choram sua desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. É sempre o coitado, a vítima. Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, pois elas não resolvem situação alguma.

7. Vampiro pegajoso: 
Investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Ele suga a energia seduzindo ou provocando náuseas e repulsa. Nos dois casos você estará desestabilizado e vulnerável. Invente uma desculpa e fuja rapidamente.

8. Vampiro grilo-falante: 
A porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido.
Pode falar durante horas, e enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se invente uma desculpa, levante-se e vá embora.

9. Vampiro hipocondríaco: 
Cada dia aparece com uma doença nova.
É desse jeito que chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois sente-se péssimo.

10. Vampiro encrenqueiro: 
Para ele o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia. Não dê campo para a agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.



Técnicas Bioenergéticas

Para mantermos a integridade energética independente da situação em que nos encontramos, é necessário a utilização de quatro manobras básicas, mas não necessariamente nesta ordem:

 Absorção de Energias:
É o ato através do qual a pessoa absorve pela força da vontade energias imanentes (cósmica), energias da natureza (florestas, rios, oceanos, árvores, pedras, montanhas, flores ), energias de outras pessoas e energias telúricas (do planeta Terra). Essa absorção é feita através dos chacras que compõem o corpo energético. Outra forma de absorver energias é através da respiração - prana -, e a este respeito os yogues possuem técnicas avançadíssimas que valem a pena ser estudadas. Também temos a absorção através da alimentação. 
Todos os alimentos possuem energia, uns mais densos, outros menos. 
O pessoa deve procurar se alimentar de acordo com as necessidades e o consumo energético do seu corpo. 
Para um grande número de pessoas, o consumo de carne vermelha é essencial para reabastecer o corpo com as energias mais densas do animal, já outros não sentem tanta falta assim, dando-se por satisfeitos com uma dieta alternativa. 
Podemos absorver energias telúricas através do simples ato de caminhar descalços sobre a superfície (solo) do planeta; neste caso, o que funciona são os chacras plantares (situados na sola de cada pé).

Todas as noites, depois que dormimos, nosso corpo astral afasta-se do físico e absorve energias cósmicas através dos chacras, principalmente pelo esplênico chacra, sendo esta a quinta forma de absorção de energias depois da alimentação, da respiração, da absorção de energias por vontade própria e do sono natural. 
O sono permite duas formas de absorção de energias: uma menor, quando o corpo astral se desloca, porém continua muito perto do físico; e outra maior, quando ocorre grande distanciamento entre esses dois veículos de manifestação do ego, numa experiência fora do corpo (EFC). 
A reposição de energias é responsável em muitos casos pela recuperação da saúde física e mental do praticante.

 Circulação de Energias:
Trata-se de controlar conscientemente o fluxo e a direção das energias dentro de você mesmo, da cabeça para os pés, passando pelo pescoço, tórax, braços, mãos, abdômen, quadril, pernas, pés e vice-versa. 
A velocidade, duração e intensidade devem variar de acordo com a vontade do praticante. 
Como benefícios, podemos citar a aquisição de uma autoconfiança maior no uso de suas próprias energias conscienciais, aumentando a sensibilidade do praticante, de forma que tenha meios de identificar com maior precisão as energias externas que lhe forem dirigidas. 
O ato de circular as energias depois de uma refeição facilita também o processo digestivo, previne minidoenças, pequenos distúrbios orgânicos e indisposições.

Deve ser praticada da seguinte forma: primeiro, o praticante se coloca na posição de pé, com os braços estendidos ao longo do corpo e os pés ligeiramente separados um do outro. 
Utilizando tão somente a força da vontade, dirija o fluxo de energias da cabeça para os pés, procurando sentir a energia passando pelo corpo e atingindo os membros, tanto superiores quanto inferiores. 
Se na primeira vez a pessoa não sentir nada, não deve se preocupar, pois, como foi dito acima, é a prática que trará a sensibilidade energética. 
Depois, redirecione o fluxo das energias no sentido inverso, dos pés para a cabeça. Repita a manobra umas 20 vezes, depois vá aos poucos aumentando a velocidade de circulação. 
É bem possível que o praticante, durante um trabalho de circulação de energias venha a sentir bloqueio em determinados membros, impossibilitando o fluxo. 
Neste caso, ele deve forçar a passagem das energias com vontade redobrada até conseguir.

O bloqueio que impossibilita a passagem em determinado membro ou até mesmo a circulação por todo o corpo pode ser o prenúncio de algum tipo de doença que já atingiu o corpo energético e que, se não for eliminada através da circulação de energias, em breve atingirá o corpo físico. 
Daí se conclui que o processo de circulação de energias tem finalidade também preventiva. O procedimento deve ser repetido várias vezes por dia, nos mais diversos ambientes, sem qualquer tipo de problema, uma vez que não envolve o uso de qualquer músculo do corpo humano, mas apenas e tão somente a vontade.
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Circuito Fechado de Energias:
É a circulação de energias elevada a uma velocidade intensíssima, a tal ponto que não mais se pode distinguir a direção do fluxo, tornando-se tudo uma só e grande vibração energética que forma um poderoso campo de energia. Isto esteriliza o ambiente, impede a entrada e saída de energias internas e gera um profundo bem-estar. 
Para completar o sistema de autodefesa, o praticante, ao mesmo tempo em que instala o circuito fechado, produz uma bolha energética
ao seu redor, que funcionará como escudo.
  
Exteriorização de Energias:
É através da vontade que o praticante lança para fora de si as energias pessoais temporariamente guardadas dentro dos seus veículos de manifestação do ego, ou que estão transitando através dele. 
O procedimento pode se dar tanto aqui na dimensão física, com o praticante acordado e alerta, quanto na dimensão extrafísica, durante uma experiência fora do corpo. Pode ser feita com finalidades assistenciais, no caso de o praticante exteriorizar energias para um enfermo, visando sua recuperação. 
Também é utilizada no caso de enfrentamentos entre pessoas nesta dimensão, quando alguém exterioriza suas energias, expelindo-as ao ponto de deixar as pessoas alvo em cheque ou sem o controle da situação.

Agora, como técnica de auto-higiene física-extrafísica, pode ser produzida a qualquer momento e em qualquer circunstância necessária, embora seja melhor praticar em um ambiente isolado, para alijar de si energias consideradas nocivas e prejudiciais ao seu bem-estar. 
O processo também pode se dar através das mãos (imposição de mãos), nos casos de exteriorização em caráter assistencial, e em outros requer a movimentação dos braços para mover as energias estagnadas do ambiente. 
Podem ocorrer sensações de formigamento, adormecimento e, entre outros, pequenos choques elétricos.
Concluindo, a falta de controle do processo energético pode causar bloqueios, descompensações, distúrbios e doenças em qualquer pessoa despreparada e vulnerável, inclusive eu mesmo e você também. 
O circuito fechado é o recurso defensivo primário, insubstituível que dispomos para defesa energética. 
O domínio do processo energético pode se dar, inclusive, de forma intuitiva. Existem pessoas que instalam intuitivamente o circuito fechado de energias quando estão lidando com situações críticas, antes e durante o recebimento de telefonemas importantes, encontro com pessoas-chave, etc. 
Mas esse controle inconsciente não se compara a aquisição de autoconsciência a nível bioenergético, com o emprego correto, lúcido e dentro de um padrão de moral e ética universal das técnicas bioenergéticas.


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