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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

SIMBOLOS DO REIKI


O entendimento sobre os símbolos do Reiki se desenvolveu a partir de múltiplas fontes de diferentes caminhos de busca, assim como de experiências de trabalho com eles por muitos mestres. Durante este tempo, foi refletido sobre os símbolos a partir de perspectivas metafísicas e também científicas e examinadas bem de perto as experiências pessoais de cada um, bem como aquelas relatadas por estudantes e outras pessoas que os experimentaram. Também houve dialogo com aqueles dotados de grande intuição e clarividência sobre o que eles vivenciaram quando os símbolos do Reiki eram usados e como eles perceberam esse trabalho.


A descrição a seguir é baseada em como os símbolos do Reiki atuam: os símbolos do Reiki atuam num plano transcendental diferentemente de muitos símbolos em outros contextos. Freqüentemente a finalidade de símbolos não associados ao Reiki é de trazer informações. Exemplos comuns são os semáforos e outros símbolos de sinalização, ícones de computador e símbolos científicos.


Outros símbolos não reikianos, como os religiosos e metafísicos, podem criar mais efeitos emocionais e espirituais entre as pessoas. Tais símbolos emocionais e espirituais freqüentemente criam seus efeitos automaticamente baseados no processo de condicionamento das pessoas que vivenciaram coletivamente o símbolo.


Este condicionamento tem lugar no mecanismo de estímulo-resposta que funciona dentro do sistema nervoso simpático. (O físico russo Ivan Pavlov descobriu o funcionamento deste mecanismo em experimento com cães). O mecanismo sobreviveu provavelmente como uma necessidade de sobrevivência, capacitando uma pessoa ou animal a ter uma reação imediata ao serem confrontados a uma experiência anteriormente vivenciada. Isso ajuda as pessoas nas ações rotineiras da vida, como dirigir, trabalhar ou praticar esportes sem haver a necessidade de se pensar sobre cada uma dessas ações.


O mecanismo de estímulo-resposta é freqüentemente usado em publicidade. Por exemplo, uma televisão exibe imagens de pessoas aproveitando um dia de verão, se divertindo, cheias de satisfação e alegria, mergulhando na água, nadando, e aparentando sentir-se refrescada. Então as pessoas aparecem bebendo algum refrigerante. A imagem e o anúncio são mostrados repetidamente. A intenção é que através da exposição repetida, o telespectador que esteja se sentindo cansado, pra baixo ou deprimido, automaticamente pense naquele refrigerante específico como forma de se sentir melhor. A alteração do comportamento habitual, associado à saúde ou à falta dela, ocorre em parte devido à atividade do mecanismo de estímulo-resposta.


Os símbolos do Reiki usam o mecanismo de estímulo-resposta. No entanto, devido à natureza do estímulo (a energia de sintonização), o tempo necessário para criar o processo de estímulo-resposta é enormemente reduzido. Além disso, a resposta à sintonização tem lugar junto a uma maior parte do campo de energia do estudante, uma parte que normalmente está muito além da maioria dos estímulos. Isto ocorre porque o processo é de natureza transcendental e transcende nossos níveis de consciência usuais.


Antes ou durante as aulas, o estudante é exposto aos símbolos do Reiki. Eles são mostrados e normalmente pede-se que sejam memorizados. Então os estudantes recebem a sintonização. (Alguns professores mostram os símbolos depois da sintonização. Isto é uma exceção, mas devido à natureza transcendental do Reiki e a sua habilidade de transmitir informação diretamente ao sistema nervoso e ao campo de energia do estudante, o efeito é o mesmo). Durante a sintonização, os símbolos e as energias do Reiki a eles associadas são registradas na Medula Oblongata, que é localizada na parte inferior do cérebro.


Essa parte do cérebro atua como um caminho condutor, enviando impulsos para muitos reflexos automáticos como as batidas do coração, respiração, deglutição, etc e por isso é um local ideal para a implantação dos símbolos.


O processo de sintonização cria um mecanismo de reflexo automático ou um processo de estímulo-resposta entre a medula oblongata e outras partes do sistema nervoso simpático que fazem ligação com níveis mais elevados do campo de energia. Assim que o estudante intencionar utilizar um símbolo, seja através de desenho, visualização ou pronunciando seu nome (estímulo) seu campo de energia automaticamente responde (resposta) abrindo e trazendo energias espirituais de energia mais elevada que o símbolo representa. Assim, com o uso dos símbolos do Reiki e a sintonização por eles ativada, o praticante tem acesso mais amplo, numa escala mais eficaz de freqüências do Reiki do que teriam de outra maneira.


Este é um dos milagres do Reiki. O processo de estímulo-resposta para os símbolos é criado muito rapidamente durante a sintonização e não requer repetidas exposições aos estímulos que são usualmente necessários. Também, a resposta acontece dentro de uma parte mais elevada do sistema energético da pessoa, além do ego e da mente consciente, numa área normalmente inacessível para a maioria das pessoas, a não ser que tenham muitos anos de treinamento. Por causa disso, a sintonização permite que qualquer um tenha acesso ao Reiki. Podemos somente termos gratidão por tão maravilhosos presentes, disponíveis para nós utilizarmos em momentos em que seja importante ter acesso a recursos para podermos solucionar problemas de todos nós, habitantes da terra, enfrentamos agora.



sexta-feira, 25 de junho de 2010

EXERCICIOS PARA ATIVAR E ALINHAR OS CHAKRAS


Equilíbrio e Harmonia
Esse exercício é útil para criar um campo energético de equilíbrio e harmonia.
Prepare um ambiente confortável, com luz suave. De preferência em lugar silencioso, não muito frio, nem muito quente.
Coloque-se confortavelmente, sentado ou deitado. Procure relaxar toda a musculatura de seu corpo. Repare na sua respiração e procure suavemente colocar um compasso mais calmo, respirando mais profundamente.
Essa respiração deve ser abdominal. Imagine seu abdômen se enchendo de ar e vá soltando aos poucos até soltá-lo totalmente. Faça essa respiração por algumas vezes até sentir que está completamente relaxado.
Agora a cada inspiração que der imagine o ar entrando por suas narinas numa cor vermelha como se fosse uma névoa, indo se depositar no seu chacra básico, localizado entre o ânus e os genitais, que se abre para baixo.
Veja esse chacra como se fosse uma flor e a cada inspiração concentre sua atenção, simplesmente sem intenção nenhuma ou expectativa. Sua atenção estimula uma suave animação do chakra que começa a girar lenta e constantemente.
Uma energia morna e latejante flui do mesmo. Sinta como você fica calmo e sereno, repleto de gratidão pelo planeta que é o seu lar. Conserve essa calma e serenidade dentro do seu ser.
Imagine agora o ar mudando para a cor laranja e a cada inspiração ele entrando por suas narinas como uma névoa, indo se depositar no seu chakra esplênico, localizado abaixo do umbigo um palmo, abrindo-se para frente.
Da mesma forma concentre somente sua atenção a cada inspiração, que anima o segundo chacra, fazendo-o circular um pouco mais vibrante do que no primeiro chacra.
Essas vibrações vão se expandindo em círculos cada vez maiores até o envolver totalmente, como se estivesse abraçando e aconchegando com muita energia. Sinta a grande segurança, deixe-se levar pelo carinho, confie.
Essa é a energia de um novo tempo, de um novo momento e um sentimento profundo de felicidade se espalha por todo seu ser. Guarde com você esse sentimento.
Concentre-se agora no terceiro Chacra o do Plexo solar, localizado dois dedos acima do umbigo, abrindo-se para frente. Inspirando o ar profundamente na cor amarela como se fosse uma névoa, deposite no chakra com toda a intensidade de sua mente.
Permaneça assim, sua atenção estimulando o chakra do plexo solar, fazendo com que se desprenda uma energia morna e poderosa. Essa energia penetra no mais profundo de sua alma, aquecendo e iluminando como os raios de um sol.
Sinta a paz e a força que partem de você.
Inspirando o ar profundamente na cor verde como se fosse uma névoa, deposite no quarto chacra, conhecido como Cardíaco, localizado no meio do peito, que se abre para frente.
Simplesmente sinta essa região, sem expectativas, nem objetivos. Essa atenção produz em seu chacra cardíaco uma vibração que se espalha em ondas suaves, ondas de energia que fazem esse centro de força entrar em movimento giratório, abrindo-se como uma flor.
Imagine que essa flor abre suas pétalas conforme gira lenta e suavemente sua cor esverdeada intensifica seu brilho partindo raios de luz, despertando em você muito amor e harmonia que te liga aos planos mais altos.
Sinta junto de você uma presença angelical, um ser amigo que te ampara, protege e orienta em todos os momentos de sua vida. Fique com esse sentimento de amor e com a certeza de que você nunca está sozinho.
Passando a atenção para o próximo chacra, o da laringe, que se localiza na cavidade do pescoço, inspirando o ar na cor azul clara, como se fosse uma névoa, deposite-o com intensidade.
Somente perceba essa região, dedicando sua atenção, sem esperar nada, sem objetivos. Sua atenção anima o chakra da garganta, você percebe que ele começa a vibrar em círculos, espalhando um brilho azul suave por todo seu íntimo.
Dentro de você sinta que sua vida se torna clara, ampla, livre e ilimitada. Tudo nesse momento se transforma dentro de você, todas as possibilidades se ampliam e você percebe que tudo pode, que tudo sabe.
Nesse momento você se aceita como é e deixa essa sua nova energia interna se irradiar livremente e abertamente para fora, contagiando a todos, ao ambiente e ao planeta.
Concentre sua atenção no chacra Frontal, situado na testa, com abertura para frente. Inspire profundamente e ao fazê-lo visualize o ar na cor azul escuro, índigo.
Concentre sua atenção no chakra, envolvendo-o numa névoa nessa cor e lhe transmitindo energia.
Essa energia estimula uma vibração que se espalha em círculos de uma forma sutil. Deixa uma sensação de calma profunda e quietude, um silêncio absoluto das profundezas das águas.
O silêncio é cada vez maior, seus pensamentos estão claros, nítidos, na superfície da mente. Sua consciência torna-se plena, desse silêncio chega até você em forma de intuição, imagens, sons, sensações ou compreensões diretas.
Enquanto você permanece com essas sensações, encaminhe sua atenção para o chacra coronário, situado no alto da cabeça, que se abre para cima. Coloque somente atenção no alto da cabeça e de uma pequena abertura visualize uma luz clara e violeta brilhando no seu interior.
Imagine que você entra no seu interior como num templo sagrado e de lá vê uma nova abertura, como um teto que por ele penetra uma luz branca e brilhante que se derrama sobre você e penetra pelos seus poros te preenchendo completamente.
Nesse momento você se torna pleno. Você reconhece que essa luz brilha dentro de você desde o começo, que ela te une ao criador e juntos vocês se tornam um.
Repouse nessa luz, sem desejar ou querer nada. Simplesmente usufrua dessa magnitude do momento e se deixe iluminar. Você voltou a sua origem e essência, você chegou
ao fim da sua viagem...
Essa luz permanecerá para sempre dentro de você, dentro de sua alma. Permita que isso permaneça em sua vida e dentro do seu mundo.
Vá voltando sua atenção novamente para o seu corpo, espreguice-se, respire profundamente e sinta que você está de volta no aqui-e-agora. Com os olhos fechados ainda, sinta mais uma vez todas as emoções e sensações que essa viagem te despertou e com calma abra os olhos.

Fonte: http://minhamestria.blogspot.com/2010/06/exercicio-de-ativacao-e-alinhamento-dos.html

terça-feira, 8 de junho de 2010

PORQUE FICAMOS DOENTES?



A cada dia que passa nós vamos descobrindo mais sobre o funcionamento da natureza.
Desta vez é nosso corpo e a tentativa de responder a perguntas intrigantes, como:
Porque ficamos doentes? Ou mesmo:
Porque um câncer se instala em nossa perna e não em nosso braço?
Ou ainda: Porque uma forma de doença e não outra?
Ou Porque agora em minha vida, quando tudo parecia bem?
Ao longo da trajetória das ciências médicas, muito pouco se tem conseguido.
A Psicossomática ainda parece engatinhar.
Mesmo a medicina paralela, não convencional e alternativa,
parece ter muitos problemas para entender ou explicar estas questões.

VOCÊ É A CAUSA DE TUDO

A grande maioria das pessoas atribui à sorte, ao azar,
ao acaso ou a um poder superior a causa e o comando de tudo que lhes acontece na vida.
Com isso, jamais procuram verificar a verdade sobre os fatos.
Elas preferem optar por uma atitude conformista ou comodista, alimentando uma postura interna de vítimas que as faz sentirem-se "coitada".
Ficam hipnotizadas pela idéia de impotência diante de certos acontecimentos que consideram difíceis e sobre os quais não querem ter nenhum controle ou responsabilidade.
É comum, nas situações dolorosas que afetam a elas mesmas ou os outros, as pessoas se acovardem, em vez de resistirem com coragem e determinação.
Quando não compreendem a causa de certos acontecimentos catastróficos, alguns justificam seu comodismo com frases como: "Deus ou o destino quis assim" ou
"Não aconteceu porque não era para ser".
Outros preferem se revoltar a procurar desvendar a verdadeira realidade dos fatos. Reagir com comodismo ou revolta é preservar uma atitude de vítima. O "vitimismo" é sem dúvida o maior empecilho ao progresso da humanidade.
Será que você também pensa assim?
Acredita que sorte, azar, acidentes, dramas, alegrias, enfim, as coisas que acontecem em sua vida são independentes de sua vontade?
Considera que o acaso provoca as situações ruins? Imagina que existe algo movimentando sua vida e que você mesmo não tem participação alguma? Pensa que seus problemas são causados pela inveja dos outros ou pelo destino e não por sua condição interna?
Pensar dessa maneira causa-lhe complicações e sofrimentos que reprimem a expressão de vida.
Aquele que se julga vítima acredita que está no mundo para sofrer, aquele que pensa assim, teria de concordar que está deixando a direção de sua vida nas mãos de outros, ou que nos mínimo está sendo omisso e displicente.
Alimentar pensamentos dessa ordem não lhe permitirá usar seu poder de transformar os acontecimentos desagradáveis e edificar uma vida melhor.
De modo geral, o ser humano crê na fatalidade, no acaso e na negligência. Quando "acidentes" acontecem, as pessoas imediatamente definem as situações, sem dar a chance de perceber se há uma outra forma de encarar os fatos.
Explicar algo classificado como fatalidade não é uma tarefa fácil.
Compreender o que está por trás de um acontecimento ruim exige certa predisposição a acatar o novo e abandonar os conceitos impregnados na humanidade.
Um acidente parece sempre algo inexplicável, e o acaso um mistério agindo aleatoriamente.
Pensar desse modo é o mesmo que considerar que o NADA pode fazer tudo, como realizar feitos extraordinários, provocar acidentes, promover sua demissão do emprego, fundir o motor de seu carro, causar uma infestação de cupins em sua casa e uma série de outros males que o rodeiam.
Olhar a vida por essa óptica é acreditar que somos vítimas dos mecanismos naturais. A idéia de sermos vítimas das fatalidades não é a melhor concepção de vida.
É inaceitável crer que um ser superior governe tudo como um tirano ou mesmo que é o acaso que provoca todos os contratemos na vidas das pessoas.
Assim também não se pode acreditar que a natureza é desordenada a ponto de cometer alguns lapsos em seus intrincados mecanismos de funcionamento.
A natureza é sábia, portanto para toda ação há sempre uma causa, mesmo quando nossa inteligência não consegue alcançar o acontecimento do processos da vida.
Quem segue sua intuição e busca uma outra explicação dos acontecimento, rompendo com a concepção do acaso e da injustiça, acaba encontrando as respostas para as ocorrências desagradáveis.
Experimente desafiar a idéia de fatalidade e busque a consciência das verdadeiras causas. Não acredite cegamente no que lhe foi passado.
Procure obter um vivência prática, observe as sensações de seu corpo, dê vazão à intuição.
Esse procedimento possibilita desvendar a realidade dos acontecimentos. O "vitimismo" é uma forma infantil de lidar com os fatos.
De que modo então poderemos compreender os acidentes e as situações problemáticas ou maravilhosas, s não cremos mais no acaso, se não responsabilizamos os outros, tampouco as atribuímos à vontade divina ou aos imperativos da vida?
Qual a explicação plausível para o que acontece de bom ou prejudicial em nossa vida? A resposta é:
VOCÊ CAUSA TUDO! É O CENTRO DE SUA VIDA E SENHOR (A) DE SEU PRÓPRIO DESTINO.
"A mente tem diferentes níveis, mas não tem limites".

quarta-feira, 26 de maio de 2010

TECNICAS PARA O BEM ESTAR



Antes de entrar em uma reunião com aquele chefe muito exigente , coma uvas-passas.
Por terem ferro, elas relaxam os músculos e trazem uma sensação de serenidade.
Já a maçã e a castanha-de-caju são ideais para um lanche no final do expediente.
Devido às vitaminas do complexo B,
elas espantam o mau humor e reduzem o cansaço.
O PODER DO SORRISO
Sorriso é sinal de alegria, claro.
Mas pouca gente sabe que sorrir, mesmo sem motivo, levanta o astral.
É que o ato de abrir os lábios num sorriso, seja ele espontâneo ou forçado,
estimula o cérebro a causar uma sensação de prazer.
Passe a sorrir mais e comprove!
É HORA DE DORMIR...
Para funcionar bem ao longo do dia, corpo e mente precisam de repouso:
além de fortalecer o sistema imunológico, o sono favorece a capacidade de raciocínio.
Embora sete horas por noite bastem para a maioria das pessoas,
durma o quanto achar ideal para acordar disposto.
E, se for difícil pegar no sono, coma um maracujá ou uma fatia de melão,
frutas que fazem o cérebro produzir substâncias relaxantes.

PENSAMENTOS POSITIVOS
Pessoas que pensam positivamente são mais serenas,
bem-humoradas e otimistas do que aquelas que vivem
com uma nuvenzinha negra sobre a cabeça.
Portanto, crie o hábito de repetir mentalmente frases que falam sobre alegria,
afeto, prazer, entusiasmo e outros bons sentimentos.

QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA
Está aí um ditado que cai como uma luva para voce
enfrentar engarrafamentos de trânsito sem ficar à beira de um ataque de nervos.
Nessas horas, cante sus músicas preferidas em voz alta, prestando atenção às letras.
Essa concentração na atividade de cantar, que faz o cérebro
esquecer" de acionar os mecanismos que comandam a reação de ansiedade,
é um verdadeiro calmante natural!

MASSAGEM PARA O CORAÇÃO
Esta massagem pode ser feita em qualquer hora e lugar.
Pressione delicadamente os dedos indicador
e médio da mão direita no lado esquerdo do pescoço,
depois faça o mesmo com a outra mão, no lado direito do pescoço.
Como as áreas massageadas ficam perto da artéria
aorta, que esta ligada ao coração, os batimentos cardíacos se desaceleram
e voce consegue recuperar a calma em poucos minutos.

INSPIRE... EXPIRE...
Voce sabia que respirar profundamente ajuda
a pensar com mais clareza e a manter o autocontrole?
Então, anote: váris vezes ao dia, de péou sentado,
dê uma pequena pausa no trabalho e faça tres
respirações que encham completamente os pulmões.
Ao inspirar, imagine que voce está absorvendo harmonia e tranquilidade,
e, ao expirar, que está soltando, junto com o ar, todas as preocupações.


UM ALEGRE DESPERTAR
Que tal acordar na maior animação,
principalmente quando voce tiver um dia
cheio de compromissos pela frente?
Um jeito simples e rápido de espantar a sonolencia e
ganhar pique é espreguiçar-se por uns 3 minutos,
alongando o corpo todo, antes de sair da cama.
Depois,levante-se e caminhe durante 5 minutos pelo quarto,
movendo vigorosamente os braços.

HIGIENE MENTAL
Teve um dia agitado e cansativo?
Recupere as energias ao chegar em casa reservando um tempo para se distrair.
Veja uma comédia na televisão, leve o cachorro para passear,
pegue um livro, estique as pernas bem confortável e relaxe.
Vale também colocar uma música tranqui-la, fechar os olhos para apenas escutá-la...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

DOENÇAS - PENSAMENTOS NEGATIVOS - CURA .PENSAMENTOS POSITIVOS



Doenças e suas causas.
(Pensamentos - Padrões negativos)

Cura
(Pensamentos - Padrões positivos)



Alergias
A quem você é alérgico? Falso ego e sensibilidade.
Eu estou em Paz. O mundo é seguro e amigo.

Amigdalite
Emoções reprimidas e medo; raiva reprimida.
Nada impede o bom em mim.
Eu permito a liberdade de expressão,
das idéias divinas,
que fluem e ganham significado em mim.

Anemia
Falta de prazer; desinteresse da vida.
Meu mundo é cheio de alegria e estou interessado em tudo.

Apendicite
Medo da vida; bloqueio do fluxo das sensações.
Alegria; eu relaxo e deixo minhas sensações fluírem.

Arteriosclerose
Resistência; tensão; abertura mental estreita.
Eu estou completamente aberto para a vida e a alegria.
A vida é boa.

Artrite
Amargura, ressentimento, crítica, sentimentos de desamor.
Amor e perdão. Eu deixo os outros serem eles mesmo.
Eu sou livre.

Asma
Super sensibilidade; amor sufocado;
supressão do choro, sentimentos sufocados.
Eu sou livre. Eu me encarrego da minha própria vida.
Eu posso expressar meus sentimentos como eles são.
Ataques, golpes, congestão
Rejeição da vida; auto-violência, resistência extrema.
Eu aceito a vida passada, presente e futura.
Vida e alegria.

Bexiga (problemas)
Ansiedade; resistência contra novas idéias.
Eu abandono o passado, despreocupo me do futuro.
Eu aceito o que é novo, agora.

Boca (problemas)
Incapacidade de engolir idéias;
fixação de opiniões e mente fechada.
Eu dou boas-vindas a idéias e conceitos novos.

Bronquite
Ambiente familiar inflamado.
Paz. Ninguém consegue irritar-me.

Bursite
Raiva reprimida, vontade de bater em alguém.
Eu relaxo a raiva de maneira que ela não cause mal.
O amor relaxa.

Câimbras
Tensão; segurar-se; oprimir-se.
Eu relaxo e deixo a vida fluir.

Câncer
Profundos segredos ou aflições corroendo o Eu;
retenção longa dos ressentimentos;
ferimentos profundos.
Não existem segredos.
Eu deixo que o passado se vá.
Meu presente é preenchido com alegria.

Catarata
Futuro pouco claro;
inabilidade de ver a frente.
Eu sou livre.
A vida é eterna e cheia de alegria.

Ciática
Medo do dinheiro e do futuro.
Eu me movimento no melhor de tudo.
Meu bem está em todo lugar e eu estou seguro.

Cisto
Crescimento falso; fomentação de choques
e machucados emocionais.
Eu dissolvo velhas raivas.
Nada pode ferir-me.

Coceira
Desejos insatisfeitos, remorso; punição e culpa.
Tudo que eu precisar estará sempre aqui.
Eu aceito tudo de bom sem sentimentos culposos.

Colesterol
Entupimento dos canais do prazer;
medo de aceitar o prazer.
O prazer é normal.
Meus canais estão largamente abertos.
Eu amo a vida.

Colite
Pais superexcitados; opressão,
menosprezo; necessidade de afeto.
Eu sou livre-pensador.
Eu estou em paz na minha mente.
Contensão, (machucaduras, esgotamento)
Pequenos impactos da vida.
Não existe razão para eu bater na vida.
Eu estou agindo com amor.

Coração
Problemas emocionais sérios longamente suportados;
falta do prazer, rejeição da vida.
Crença nas pressões e no esforço.
Alegria, alegria, alegria, amor e paz.
Eu prazerosamente aceito tudo na vida.

Corcunda
Raiva atrás de você, ressentimento conservado.
Eu vejo o passado com alegria.
Ninguém jamais me fez mal.

Crescimento
Nutrir ferimentos emocionais,
falso senso de valores e orgulho.
Perdão. Eu amo a mim mesmo.
Não irei fazer-me mal.

Dedos
Super exagerar os detalhes da vida
(unhas- super analisar).
Eu relaxo conscientemente de que a
sabedoria da vida cuida dos detalhes.

Defeitos de nascença
Necessidade de reencarnação;
você pediu para vir assim.
Não se sinta culpado.
Você e seus pais, têm algo a aprender.

Dentes
Sustentar longas indecisões;
incapacidade de derrubar idéias por análise ou decisão.
Eu faço minhas decisões baseado nos princípios
da verdade e fico seguro com o resultado.

Deslocamento de disco
Indecisão; não se sentir emocionalmente
amparado pelos outros.
Eu sou corajoso e independente.
Eu sou amparado pela vida.

Desmaios
Medo; não poder conviver ou enfrentar;
apagar-se de tudo.
Eu tenho poder, força e conhecimento
para lidar com tudo na vida.

Diabetes
Profundo sentimento de mágoa;
falta de açúcar na vida.
Eu permito que a vida seja gostosa.
Eu deixo o passado ser apenas passado.
Eu aceito que o prazer e a alegria
sejam as bases da minha vida.

Doenças venéreas
Culpa sexual;
crença de que os órgãos genitais
são pecaminosos e sujos;
necessidade de punição.
Eu amorosa e prazerosamente
aceito minha sexualidade e sua expressão.
Não há culpa sem punição.

Dor
Congestão, bloqueio;
crença em barreiras; punição, culpa.
Eu descanso minha necessidade de punição.
Eu deixo a vida fluir.

Dor de Cabeça
Tensão, revolta, contrariedades emocionais.
Sentimentos feridos.
Paz, amor, alegria, relaxamento.
No meu mundo tudo está bem.

Dor de ouvido
Raiva; não querer ouvir.
Eu ouço com amor e prazer.
Sempre escuto o bom de tudo.

Edema
Super sensibilidade
, individualidade machucada.
Personalidade ferida.
Eu sou seguro,
ninguém ameaça minha individualidade.

Enjôo de carro
Medo-dependência,
sentimento de ser pego em armadilhas.
Eu ando facilmente no tempo e espaço.
Não existe o medo.

Enjôo do mar
Medo; medo da morte.
A vida continua. Não existe a morte.
Somente mudanças.

Enlouquecer
Reter amor e consideração.
Eu respondo à vida,
reparto meus sentimentos e meu amor.
Eu sinto... eu amo...

Envelhecer
Crença social; velhos pensamentos.
Eu me amo e me aceito em todas as idades;
cada idade é perfeita.
Eu sou espírito.
Eu sou eterno.

Enxaqueca
Resistência ao fluir da vida;
medos sexuais.
Desperdícios emocionais.
Eu descanso no fluxo da vida.
Deixo-a fluir através de mim.

Epilepsia
Rejeição da vida; sensação de perseguição;
violência contra si.
Eu amo a mim mesmo e a toda a vida.
A vida é uma eterna alegria.

Esclerose múltipla
Dureza mental, coração endurecido,
vontade de forra; inflexibilidade.
Eu não tento me controlar.
Eu me solto com alegria na vida.
Espinhas
Crença na feiúra, culpa, ódio de si.
Eu não propago pensamentos feios.
Eu amo todo o meu corpo.
Não há culpa.

Estomago (problemas)
Incapacidade de assimilar idéias.
Medo de novas idéias.
Eu assimilo novas idéias facilmente.
A vida concorda comigo.

Excesso de peso
Insegurança; auto-rejeição;
procura de amor. Medo de perda,
sufocar sentimentos.
Eu me aceito e me amo como eu sou.
Eu sou sempre seguro no espiritual.

Face (doenças)
Representa individualidade,
reconhecimento.
Reconheço meus verdadeiros valores.
Minha individualidade.

Fadiga
Resistência, aborrecimento;
falta de amor pelo que faz.
Estou entusiasmado com a vida.
Cheio de Energia.

Febre
Queimar-se com alguém ou algo; raiva.
Eu sou calmo, exprimo amor e paz.

Febre do Feno
Congestão emocional;
confusão nas crenças;
medo do moralismo.
Eu nego qualquer moralismo.
Eu sou uno em tudo na vida.

Gagueira
Insegurança;
falta de auto-expressão.
Eu me permito falar por mim.
Eu me comunico com amor.

Garganta
Repressão de raiva;
ferimentos emocionais engolidos.
Eu me expresso com alegria.
Ninguém pode ferir-me.
Gastrite (gases)
Reter idéias indigestas;
sufocar o ar por medo.
Eu deixo a vida fluir através de (gases) mim.

Gengivas (problemas)
Inabilidade de levar avante as
decisões uma vez que elas sejam tomadas.
Eu sou uma pessoa decidida.
Eu deixo-me ir pela vida.

Glândulas (problemas)
Desequilíbrio; falta de ordem;
distribuição insuficiente.
Eu estou em equilíbrio total.
Meus sistemas estão em ordem.

Glaucoma
Pressão emocional por sustentar
por longo tempo sentimentos feridos.
Ninguém pode jamais me ferir.
Eu vejo com amor e ternura.

Gota
Impaciência, raiva, dominação.
Eu deixo o ego e sentimentos
de superioridade irem-se. Deixo .
os outros serem o que são.

Gripe
Respostas a negatividade e crença geral;
medo, crença em estatísticas.
Eu não sou governado pelas
crenças de grupos ou preconceitos.
Eu sou livre de todas influências.


Hemorróidas
Carga, pressão,
tensão, medo de deixar acontecer.
Eu descanso todo o peso e as cargas.
Eu vivo na alegria do presente.

Hepatite
Medo, raiva, ser odiado.
O fígado é o local da raiva e emoções primitivas.
Eu deixo ir agora tudo que não preciso mais,
minha consciência esta limpa, cheia de vida.

Hérnia
Carga, resistência mental, autopunição;
raiva; expressões criativas incorretas.
Minha vida é calma e harmoniosa.
Eu me amo com ternura.

Herpes
Prolongada suspensão nervosa.
Estou descansado de todos os meus pensamentos
e de todas atividades.
Que a paz esteja comigo.

Hipoglicemia
Desequilíbrio no sistema.
A aceitação do prazer equilibra o meu sistema.

Impotência
Pressão sexual, tensão, culpa;
crenças sociais;
rancor contra um antigo parceiro.
Eu permito que todo poder dos meus
princípios sexuais opere com facilidade e prazer.

Inchaços (verrugas)
Auto-rejeição, medo, falta de amor.
Eu só adiciono amor em mim.
Nada terá mais poder em mim.

Indigestão
Medo, ansiedade, pavor.
Eu recebo o novo e assimilo.


Infecções
Irritação, raiva, chateação.
Nada tem o poder de irritar-me.
Eu sou pacífico e harmonioso.

Insanidade
Escapismo, recolhimento;
violenta separação da vida.
Ressentimentos familiares.
Minha mente sabe sua verdadeira
identidade e eu sou um ponto
criativo da expressão divina.

Insônia
Tensão, culpa, medo.
Eu descanso do dia e mergulho
num sono perfeito, pacífico.

Laringite
Medo de verbalizar opiniões;
raiva. Ressentimento da autoridade.
Eu posso falar por mim.
Eu me expresso livremente.

Mãos
A habilidade de segurar e deixar as idéias escaparem;
medo de novas idéias
Eu lido com todas as idéias com amor e facilidade.


Mau hálito
Atitudes podres, pensamentos estúpidos.
Eu falo com amor. Eu expiro o que é bom.


Menopausa
Medo de não ser mais querido, auto-rejeição.
Modo de envelhecimento.
Eu sou equilibrado em todos os ciclos da mudança,
abençôo meu corpo com amor.

Nervos e nervosismo
Comunicação, luta, pressa;
medo, ansiedade. Pensamentos confusos.
Eu estou na interminável jornada pela eternidade.
Que a paz.
esteja conosco.
Não existe nenhum lugar para o qual devamos nos apressar.

Olhos (problemas)
Não gostar do que vê em sua vida.
Medo do futuro; não ver a verdade.
Eu vejo com olhos amorosos,
eu vejo, a verdade,
eu vejo claramente.

Ombros
Suportar carga, excesso de carga.
A vida é alegria e liberdade;
tudo o que aceito é bom.

Ossos (problemas)
Rebelião contra a autoridade
(os ossos são a estrutura do universo).
Eu estou em paz com a autoridade.
Em meu mundo, sou minha própria autoridade.

Paralisia
Medo, escapismo, resistência, choque.
Eu sou uno com a vida.
Eu bendigo minhas experiências.

Pele (problemas)
Sentir-se ameaçado na individualidade;
falta de segurança, impaciência; assadura;
maneira de ganhar atenção.
Eu aceito minha individualidade.
Eu sou emocionalmente seguro.
Eu ganho atenção de maneira positiva.

Pernas (problemas)
Medo do futuro
(as pernas carregam você para frente).
Eu me movo com confiança e alegria.


Pés (problemas)
Medo do futuro
Eu paro na verdade.
Vou adiante com prazer.
Tenho compreensão espiritual.

Pescoço (problemas)
Inflexibilidade,
recusa em ver outros lados da questão;
teimosia. Eu sou flexível.
Aceito outros pontos de vista.

Pneumonia
Desespero; cansaço da vida,
preocupações emocionais;
distúrbios internos.
Eu recebo livremente idéias divinas,
impregnadas com o hálito da vida.

Pressão sangüínea
ALTA: manter por longo tempo problemas insolúveis;
BAIXA: depressão, mágoa, derrotismo, raiva.
ALTA: eu sou alegria e deixo o passado dissolver-se.
BAIXA: eu vivo com mais alegria agora; a vida é alegria.

Prisão de ventre (intestinos)
Recusa de relaxar sobre velhas idéias;
mesquinhez.
Eu relaxo o passado, generosamente
permito que a vida flua através de mim.

Próstata (problemas)
Desistência, derrotismo sensualidade
excessiva com sentimento de culpa; crença na velhice
Eu aceito minha masculinidade;
eu sou eternamente poderoso.
Sexo é prazer.

Psoríase (pele)
Insegurança emocional.
Eu sou pacífico e seguro.
Eu estou em paz com tudo na vida.

Pulmões
Medo de receber e dar-se à vida.
A respiração flui através de mim.


Quadris (problemas)
Medo de ir avante em decisões importantes.
Sigo com alegria, amparado e
sustentado pelo poder da vida.

Queimaduras
Raiva; queimar-se com os outros.
As pessoas não tem poder contra mim.
Eu tenho paz no meu ambiente.

Raquitismo
Desequilíbrio emocional;
falta de amor e segurança.
Eu sou seguro e nutrido
pelo amor do Universo.

Resfriados
Confusão, desordem, pequenos machucados;
família e crenças estereotipadas.
Eu sou livre-pensador;
estou em paz com minha mente.

Retenção (líquidos)
O que é que você tem medo de perder?
Eu descanso com alegria,
e espontaneidade.

Reumatismo
Falta de amor; ressentimento;
amargura crônica; vingança.
Eu tenho compaixão com os outros e comigo.
Eu aceito sentimentos prazerosamente.

Rins (problemas)
Crítica, sensibilidade,
desapontamento.
Eu vejo somente o bom em tudo.
Ações corretas sendo tomadas.
Eu estou realizado.

Roer unhas
Separação dos pais,
pedaço de si que se recalca.
Eu sou indivíduo criativo.
Aceito, sou seguro em minha maturidade.

Sangue (problemas)
Falta de alegria; faltas de circulação das idéias;
pensamentos estagnados.
Alegria. Com alegria as novas
idéias circulam livremente.

Sinusite
Presença de pessoa que o irritam.
Ninguém tem o poder de
me irritar a menos que eu permita.
Paz e harmonia.

Surdez
O que você não quer escutar?
Rejeição, teimosia, isolamento.
Eu escuto Deus.
Eu escuto o prazer e a vida,
sou parte dela.

Tórax (cisto)
Super dimensão de atitudes e propósitos na vida.
Super proteção.
Eu sou livre e permito liberdade a todos.

Tosse
Nervosismo, amolação, crítica.
Me expresso pacificamente e falo com amor.


Tuberculose
Egoísmo; possessão; crueldade.
Eu não me sufoco na vida.
Meus pensamentos desenvolvem ótimas idéias.
Todos momentos da vida são cheios de sentido.

Tumor
Crescimento falso;
ferimentos e choques emocionais.
Descanso e perdão.
O amor dissolve ferimentos.

Tumor no cérebro
Crenças incorretas computadas;
teimosia; recusa em mudar os velhos padrões.
Tudo na vida é mudança.
Meus padrões são sempre novos.

Úlceras
Algo se corrói em você; ansiedade,
medo, tensão. Crença em pressões.
Nada pode irritar-me; sou pacífico, calmo e feliz.


Urinar na cama
Medo dos pais (normalmente do pai).
Amor, compreensão e compaixão.

Urticária
Pequenos medos escondidos;
exagero de pequenos problemas.
Eu estou em paz com as pequenas coisas da vida.

Vaginite
Culpa sexual; sentimento de perda
de alguém ou algo amado.
As formas e as vias podem mudar.
O amor nunca se perde.
Todas as partes do meu corpo são bonitas.

Varizes
Negatividade, resistência; remoer emoções;
sustentar um trabalho que você odeia;
circulação entravada, atulhada de idéias;
desencorajamento.
Eu me movimento e vivo com prazer.
Eu amo a vida e circulo livremente.

Vesícula (pedras na)
Amargura; pensamentos dolorosos
que você não encontra meios de evitar.
Jubilosamente deixo o passado ir-se.
A vida é boa. Eu sou bom.


Acidentes
Rebelião contra autoridade.
Crença em violência, raiva.
Paz e segurança. Eu amo e aceito tudo na vida.

Acne - Não se aceitar;
desamor de si.
Eu me amo, eu me aceito onde eu estou agora.
Eu sou maravilhoso.

Adenóides
Atritos familiares, discussões.
Criança se sente mal querida.
A criança é querida e bem-vinda.

Alcoolismo -
Sentimentos de futilidade,
inadequação, culpa e auto-rejeição.
Eu relaxo o passado. Eu tenho valor.
Eu me amo e me aceito agora.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

SIGNIFICADO DE HOLISTICO.

significado de

Holismo (grego holos, todo) é a ideia de que as propriedades de um sistema, quer se trate de seres humanos ou outros organismos, não podem ser explicadas apenas pela soma de seus componentes.
A palavra foi criada por
Jan Smuts, primeiro-ministro da África do Sul, no seu livro de 1926, Holism and Evolution, que assim a definiu: "A tendência da Natureza a formar, através de evolução criativa, "todos" que são maiores do que a soma de suas partes".
É também chamado não-reducionismo, por ser o oposto do
reducionismo. Pode ser visto também como o oposto de atomismo ou mesmo como do materialismo. Vê o mundo como um todo integrado, como um organismo. O princípio geral do holismo pode ser resumido por Aristóteles na sua Metafísica: "O inteiro é mais do que a simples soma de suas partes."
De uma forma ou de outra, o princípio do holismo foi discutido por diversos pensadores ao longo da História. Entretanto, o primeiro filósofo que o instituiu para a
ciência foi o francês Augusto Comte (1798-1857), ao instituir a importância do espírito de conjunto (ou de síntese) sobre o espírito de detalhes (ou de análise) para uma compreensão adequada da ciência em si e de seu valor para o conjunto da existência humana.
O método holístico de valoração do fundo de comercio, tem origem na “teoria pura da contabilidade”, e tem como elemento de entrada o lucro ou prejuízo líquido, média aritmética do resultado líquido contábil dos três últimos anos, corrigido monetariamente, o qual deve ser sempre ajustado pela exclusão ou inclusão de varias rubricas, de modo a refletir o resultado do negocio. Resultado este que se denomina de lucro normalizado. Sendo que este lucro normalizado, ajustado, é a base de cálculo para o retorno do capital investido, superlucro, que é obtido por um retorno superior a 6 % do ativo operacional. A parcela desse retorno de capital superior a 6%, aqui denominado de Fundo de Comércio, deve ser multiplicado pelo número de anos que se espera como retorno confiável. Esse prazo tem ainda como âncora o prazo médio do indicativo de atratividade. Este valor do fundo de comércio atribuído a vários anos, deve ser a valor presente a uma taxa de juros de 12% a.a Podendo surgir a figura do going value, que tem o sentido de indicar o valor da continuidade dos negócios pela sua perpetuidade. Ou seja: com o amparo no princípio contábil da continuidade
.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A IMPORTÂNCIA DO SILENCIO.



Por que as pessoas falam tanto?
( Eliane Brum)
Uma vez passei dez dias num retiro de meditação vipássana, no interior do Rio de Janeiro, para fazer uma reportagem para ÉPOCA. Havia muitas regras. Uma delas era o silêncio. Por dez dias era proibido falar. Também devíamos evitar olhar para as outras pessoas. O objetivo era silenciar a mente até que não houvesse nenhum ruído também dentro de nós. Foi uma experiência fantástica, que me mudou para sempre. Nunca antes estive tão em mim. E nunca depois voltei a estar.
O silêncio e um progressivo mergulho interno, em vez de me alienar do mundo, me conectaram a ele de um modo até então inédito para mim. Eu sentia cada segundo, por que eles demoravam a passar. Percebia o vento e as nuances das cores do céu e das folhas das árvores em detalhes. Olhava, cheirava, ouvia e tocava o mundo como se tudo fosse novo. Cada centímetro de terra era capaz de me ocupar por minutos. Sem palavras, a realidade me alcançava com mais força. Finalmente eu não apenas compreendia, mas vivia a poesia de Alberto Caeiro: “Sinto-me nascido a cada momento para a eterna novidade do mundo”.
Antes que alguém tenha ideias, experimentei tudo isso sem nenhuma droga. Nenhuma mesmo. Não podíamos tomar álcool, fumar ou ingerir qualquer medicamento, nem mesmo aspirina. Minha droga era a lucidez. Naqueles dez dias, ouvi com mais clareza a mim mesma. E passei a escutar melhor o mundo em que vivia. Senti que finalmente estava no mundo. Eu era.
No décimo dia, voltamos a falar. O retiro acabaria no dia seguinte e precisávamos nos preparar para retornar a uma realidade cotidiana de ruídos e demandas excessivas. Lembro que eu não queria falar. Fiquei assustada quando todo mundo começou a falar ao mesmo tempo. Percebi que a maioria do que se dizia nunca deveria ter sido dito. Sobrava.
Uma parte eram fofocas que haviam sido guardadas por dias. E que poderiam ter ficado impronunciadas para sempre. Percebi, principalmente, que depois de dez dias de silêncio muitas de nós não queriam ouvir. Só falar. Poucas eram aquelas que realmente desejavam escutar a experiência da outra, a voz da outra. A maioria só queria contar da sua. Não tinham sentido falta de outras vozes, apenas do som da sua. Dez dias de silêncio não tinham sido suficientes para acabar com nossa surdez à voz alheia.
A reportagem foi publicada, com o título de “O inimigo sou eu”. Eu segui, guardando em parte o que aprendi lá. E tenho sentido falta daqueles dez dias de silêncio, agora que aumenta em níveis quase insuportáveis a poluição sonora dentro e fora de mim.
Acho que nunca escutamos tão pouco. E talvez por isso nunca fomos tão solitários. Quando faço palestras sobre reportagem, os estudantes de jornalismo costumam perguntar o que devem fazer para se tornarem bons repórteres. Minha resposta é sempre a mesma: escutem. Acredito que mais importante do que saber perguntar é saber escutar a resposta. Não apenas para ser um bom jornalista, mas para ser uma boa pessoa. Escutar é mais do que ouvir. Como repórter e como gente esforço-me para ser uma boa “escutadeira”.
É a escuta que nos leva ao mundo. E é a escuta que nos leva ao outro. Quando não escutamos, nos tornamos solitários, mesmo que estejamos no meio de uma festa, falando sem parar para um monte de gente. Condenamo-nos não à solidão necessária para elaborar a vida, mas à solidão que massacra, por que não faz conexão com nada. Não escutamos nem somos escutados. Somos planetas fechados em si mesmos. Suspeito que essa é uma época de tantos solitários em grande parte pela dificuldade de escutar.
Basta observar. As pessoas não querem escutar, só querem falar. Depois de muita observação, classifiquei cinco tipos básicos de surdos. Há aqueles que só falam e pronto. Emendam um assunto no outro. Fico prestando atenção para detectar quando respiram e não consigo. Acho que inventaram um jeito de falar sem respirar. E ganhariam mais dinheiro se entrassem em algum concurso de tempo sem oxigênio embaixo d’água. Aí, pelo menos, ficariam quietos por um momento.
Existem aqueles que falam e falam e, de repente, percebem que deveriam perguntar alguma coisa a você, por educação. Perguntam. Mas quando você está abrindo a boca para responder, já enveredaram para mais algum aspecto sobre o único tema fascinante que conhecem: eles mesmos.
Há aqueles que fingem ouvir o que você está dizendo. Você consegue responder. Mas, quando coloca o primeiro ponto final, percebe que não escutaram uma palavra. De imediato, eles retomam do ponto em que haviam parado. E não há nenhuma conexão entre o que você acabou de dizer e o que eles começaram a falar.
Existem aqueles que ouvem o que você diz, mas apenas para mostrar em seguida que já haviam pensado nisso ou que sabem mais do que você, o que é só mais um jeito de não escutar.
Há ainda os que só ouvem o que você está dizendo para rapidamente reagir. Enquanto você fala, eles estão vasculhando o cérebro em busca de argumentos para demolir os seus e vencer a discussão. Gostam de ganhar. Para eles, qualquer conversa é um jogo em que devem sempre sair vitoriosos. E o outro, de preferência, massacrado. Só conhecem uma verdade, a sua. E não aprendem nada, por acreditarem que ninguém está à altura de lhes ensinar algo.
É claro que há um mix das várias espécies de surdos. E devem existir outras modalidades que você deve ter detectado, e eu não. O fato é que vivemos num mundo de surdos sem deficiência auditiva. E uma boa parte deles se queixa de solidão.
É um mundo de faladores compulsivos o nosso. Compulsivos e auto-referentes. Não conheço estatísticas sobre isso, mas eu chutaria, por baixo, que mais da metade das pessoas só falam sobre si mesmas. Seu mundo torna-se, portanto, muito restrito. E muito chato. Por mais fascinantes que possamos ser, não é o suficiente para preencher o assunto de uma vida inteira.
Num ótimo artigo, intitulado Escutatória, o escritor Rubem Alves diz: “Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular”.
Quando não escutamos o mundo do outro, não aprendemos nada. Acontece com o chefe que não consegue escutar de verdade o que seu subordinado tem a dizer. A priori ele já sabe – e já sabe mais. Assim como acontece com a mulher que não consegue escutar o companheiro. Ou o amigo que não é capaz de escutar você. E vice-versa.
Tornamo-nos muito sozinhos no gesto de não escutar. Em Revolutionary Road (Sam Mendes, 2008), traduzido para as telas de cinema do Brasil como “Foi apenas um sonho”, a cena final é a síntese dessa relação simbiótica entre surdez e solidão. Não a surdez causada pela deficiência auditiva, mas essa outra de que falamos, esta que é mais triste por ser escolha. Quem viu, não esqueceu. Quem não viu, pode pegar o dvd em qualquer locadora. Essa cena final vale por alguns milhares de palavras.
Sempre pensei muito sobre por que as pessoas falam tanto – e por que têm tanta dificuldade de escutar. Qual é a ameaça contida no silêncio? O que temem tanto ouvir se calarem a sua voz por um momento? Por que precisamos preencher nosso mundo - inclusive o interior - com tantos ruídos?
Acho que cada um de nós poderia parar alguns minutos e fazer a si mesmo estas perguntas.
Percebo também que há uma pressão para que nos tornemos falantes. Ser falante supostamente seria uma vantagem no mundo, especialmente no mundo do trabalho. Mesmo que você não diga nada de novo, mesmo que você repita o que o chefe disse com outras palavras. Mas falar, qualquer coisa, é marcar presença, é uma tentativa de garantir-se necessário. E ser quieto, calado, é visto como um tipo invisível de deficiência. Como se lhe faltasse algo, palavras. Mas será que as palavras estão ali, nessa falação desenfreada? Ou melhor, será que quem fala está realmente naquele discurso? Tenho dúvidas.
Por qualquer caminho que se possa pensar, me parece que o silêncio soa ameaçador. Em parte, pelo que ele pode dizer sobre nós. Enchemos nossa vida de barulho, da mesma forma que atulhamos nossos dias de tarefas, com medo do vazio. Tarefas em uma agenda cheia constituem outro tipo de ruído. E o vazio também é uma forma de silêncio.
Em rasgos de intolerância, achava que os falantes compulsivos eram apenas muito chatos e muito egocêntricos. Que as pessoas não escutavam – o silêncio e o outro – por prepotência. Mas acredito que é bem mais complicado que isso.
Há dois livros muito interessantes que pensam sobre a escuta. A Hermenêutica do Sujeito, de Michel Foucault (Martins Fontes), e Como Ouvir (Martins Fontes), um livrinho pequeno e precioso de Plutarco. Eles mostram que escutar é se arriscar ao novo, ao desconhecido. Na audição, mais do que em qualquer outro sentido, a alma encontra-se passiva em relação ao mundo exterior e exposta a todos os acontecimentos que dele lhe advêm e que podem surpreendê-la. Ao ouvir, nos arriscamos a sermos surpreendidos e abalados pelo que ouvimos, muito mais do que por qualquer objeto que possa nos ser apresentado pela visão e pelo tato.
Faz muito sentido. As pessoas não escutam porque escutar é se arriscar. É se abrir para a possibilidade do espanto. Escancarar-se para o mundo do outro - e também para o outro de si mesmo.
Escutar é talvez a capacidade mais fascinante do humano, por que nos dá a possibilidade de conexão. Não há conhecimento nem aprendizado sem escuta real. Fechar-se à escuta é condenar-se à solidão, é bater a porta ao novo, ao inesperado.
Escutar é também um profundo ato de amor. Em todas as suas encarnações. Amor de amigos, de pais e de filhos, de amantes. Nesse mundo em que o sexo está tão banalizado, como me disse um amigo, escutar o homem ou mulher que se ama pode ser um ato muito erótico. Quem sabe a gente não experimenta?
Escutar de verdade implica despir-se de todos os seus preconceitos, de suas verdades de pedra, de suas tantas certezas, para se colocar no lugar do outro. Seja o filho, o pai, o amigo, o amante. E até o chefe ou o subordinado. O que ele realmente está me dizendo?
Observe algumas conversas entre casais, famílias. Cada um está paralisado em suas certezas, convicto de sua visão de mundo. Não entendo por que se espantam que ao final não exista encontro, só mais desencontro. Quem só tem certezas não dialoga. Não precisa. Conversas são para quem duvida de suas certezas, para quem realmente está aberto para ouvir – e não para fingir que ouve. Diálogos honestos têm mais pontos de interrogação que pontos finais. E “não sei” é sempre uma boa resposta.
Escutar de verdade é se entregar. É esvaziar-se para se deixar preencher pelo mundo do outro. E vice-versa. Nesta troca, aprendemos, nos transformamos, exercemos esse ato purificador da reinvenção constante. E, o melhor de tudo, alcançamos o outro. Acredite: não há nada mais extraordinário do que alcançar um outro ser humano. Se conseguirmos essa proeza em uma vida, já terá valido a pena.
Escutar é fazer a intersecção dos mundos. Conectar-se ao mundo do outro com toda a generosidade do mundo que é você. Algo que mesmo deficientes auditivos são capazes de fazer.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

EU PRATICO YOGA


Eu pratico Yoga!
Por Fernando Liguori
TODAS as vezes que comento com alguém que sou praticante de Yoga, quase sempre a primeira pergunta é: qual o tipo de yoga você pratica? Eu respondo enfaticamente: Pratico Yoga!
O Yoga que pratico é aquele destituído de rótulos, puro e simples, conectado a espíritualidade, da maneira como concebido em seus primórdios.
Costumo dizer sempre para alunos e amigos que o Yoga é tão antigo quanto o homem. Na verdade, quando o primeiro asceta – que nós poderíamos chamar de primeiro yogī – pensou acerca de si mesmo como um elemento inserido na Natureza mas ao mesmo tempo um reflexo do cosmos, já estava praticando Yoga. Não este Yoga como concebido no Ocidente; me refiro a um Yoga mais profundo, mais espiritual.
Infelizmente, o conceito de Yoga no Ocidente – sem querer generalizar – esta irremediavelmente comprometido. O haṭhayoga, que em termos gerais poderíamos chamar de Yoga da Força, está longe de estar conectado ao que conhecemos como haṭhavidyā, i.e. a Ciência do Haṭhayoga. Quando me refiro ao termo ciência, quero também dizer arte e filosofia, pois o haṭhayoga, como codificado pela tradição nātha-siddha, é essencialmente espiritual em todo seu escopo, o que envolve desde seus primórdios estas áreas do conhecimento humano.
Em tempo algum ouso me auto-denominar yogī. Sou apenas praticante de Yoga e quem sabe nas próximas encarnações eu possa vir como yogī. Mas o senso crítico nos diz que āsanistas – ou posturistas – também não o são. O Yoga está muito além disso, pois aprendi que a prática do Yoga deve ser norteada pela responsabilidade e espiritualidade, com atenção aos valores morais universais e espirituais promulgados pela Tradição do Yoga.
O conceito de Yoga, segundo aquilo que aprendi, vai muito além da prática de āsana, prāṇāyāma e meditção; ao contrário, envolve todo um universo que pelo visto, até o memento, está distânte do olhar de muitos praticantes de Yoga, o que é uma incongruência, já que a prática do Yoga envolve, antes de tudo, um estado de atentividade plena.
É necessário, fundamental, uma mudança de paradigma já! Os horizontes devem se ampliar, principalmente para os professores de Yoga. Quando a prática está alinhada, i.e. quando o estudo está afinado, como costumo dizer, o Yoga demonstra a seus adeptos como a sua prática é ampla. Além de envolver o universo interno de cada um, envolve o universo externo: me refiro principalmente ao planeta em que vivemos.
O homem representa no exterior aquilo que ele é em seu interior. Assim, via de regra, uma mudança interna leva a uma mudança externa. Portanto, quando o praticante de Yoga se concentra no ideal de śauca, pureza em todos os sentidos, interna e externa, é impossível que não se incomode com questões ambientais que envolvem a poluição do meio ambiente. Da mesma maneira, é impossível que não faça pelo menos a sua parte para deter a poluição em sua cidade.
Estabelecido em asteya, o não-roubar, ele não apenas se concentra no ideal de refrear seus impulsos em tomar aquilo que não é seu por direito, mas também se atém ao fato de consumir somente aquilo que é necessário para sua sobrevivência, deixando de lado o consumismo, evitando o desperdício etc.
Isso significa que praticar Yoga é ser consciente! Portanto, eu pratico Yoga.
Muito se fala acerca de vários tipos de Yoga: haṭha, karma, bhakti, jñāna etc. Mas assim como um Palácio têm muitas portas, o Yoga é um grande Templo de muitos portais. Patañjali chamou este Templo de kriyāyoga, o Yoga da Atividade, pois envolve no escopo total de sua prática estes vários portais que levam o praticante do ego ao Ser.